Tópicos em Estudos Sociais da Ciência

Disciplina Opcional

Dados da disciplina

Código: BMQ894

Carga horária: 45 horas

Período: 19/03/2020 a 02/07/2020

Horário: 13:30 às 17:00 - quintas-feiras

Vagas: 10

Descrição

A disciplina tem como proposta central refletir sobre a natureza do conhecimento científico e examinar criticamente a ciência como uma atividade social, cultural e política, levantando questões e abordando temáticas que retratam diferentes aspectos, como: o conhecimento científico e outros tipos de conhecimento; ciência como questionamento; da filosofia à ciência moderna; marcos da consolidação da ciência no Brasil; ciência como um conjunto de regras, como campo de disputas, como a busca por credibilidade; percepção pública sobre a ciência e sobre os cientistas; e questões mais atuais acerca da atividade científica, como integridade em pesquisa, a relação ciência-tecnologia-inovação, ciência aberta e comunicação em periódicos de acesso aberto e a imagem de cientista na sociedade.

Requisitos

Nenhum.

Forma de Avaliação

Avaliação continuada, ao longo de toda a disciplina, através de três atividades principais: (1) participação nas discussões e desempenho nas tarefas individuais, (2) desempenho no seminário em grupo e (3) no trabalho final. A presença é obrigatória em, pelo menos, 75% das atividades curriculares. Desta forma, os alunos que faltarem a mais que 25% das aulas poderão ser reprovados (Resolução CEG nº 15/71).

Bibliografia

2. BOURDIEU, B. Os usos sociais da ciência (1997).

3. BUSH, V. Science: the endless frontier? https://www.nsf.gov/od/lpa/nsf50/vbush1945.htm.

4. DAVYT, A. e VELHO, L.: ‘A avaliação da ciência e a revisão por pares: passado e presente. Como será o futuro?’. História, Ciências, Saúde – Manguinhos,VII(1), 93-116, mar.-jun. 2000.

5. EUROPEAN COMMISSION. She figures, 2015. ISBN 978-92-79-48375-2; Rossiter. Matthew Matilda Effect in Science. Social Studies of Science, Vol. 23, No. 2 (May, 1993), pp. 325-341.

6. LATOUR, B. Vida de Laboratório (1979).

7. MARICONDA (2006) Galileu e a ciência moderna. (http://www.uesc.br/revistas/especiarias/ed16/16_2_galileu_e_a_ciencia_moderna.pdf)

8. MEAD & METRAUX (1957) Image of the Scientist among High-School Students: A Pilot Study. Science.

9. MELLO & DONATO (2011) O Pensamento Iluminista e o Desencantamento do Mundo: Modernidade e a Revolução Francesa como marco paradigmático (http://www.revista.ufal.br/criticahistorica/attachments/article/118/O%20Pensamento%20Iluminista%20e%20o%20Desencantamento%20do%20Mundo.pdf).

10. MERTON, R. The normative structure of science (1942).

11. OLIVEIRA, José Carlos. D. João VI Adorador do Deus das Ciências: a constituição da Cultura Científica no Brasil (1808-1821). Rio de Janeiro: E-papers, 2005.

12. RIBEIRO PINHEIRO, L.V. (2014) Do acesso livre à ciência aberta: conceitos e implicações na comunicação científica.  RECIIS – Rev. Eletron. de Comun. Inf. Inov. Saúde, 8(2) – p. 153-165.

13. ROSERNBERG, Nathan. Por dentro da caixa-preta: tecnologia e economia. Campinas, SP: Unicamp, 2006.

14. RUSSEL, J. (2001) Scientific Communication at the beginning og the 21th century. International Social Science Journal, 168: 271-282 2.

15. SCHWARTZMAN (1978) Struggling to be Born: The Scientific Community in Brazil (https://archive.org/details/StrugglingToBeBornTheScientificCommunityInBrazil1978).

16. ZIMAN, John. Real Science. What it is and what it means.

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